Manhã de muitas aventuras no Japeri. Muitas mesmo!

Bom dia, gente! Como vocês estão? Eu estou em falta, né. Muito tempo sem escrever aqui pra vocês. Tenho que deixar essa preguiça de lado e voltar com todo vapor. Chego em casa muito cansada, aí só faço jantar e dormir, rs.

Mas hoje eu voltei pra contar uma historinha. Cheguei na plataforma de Ricardo bem cedinho, mas já vi aquela multidão de gente esperando. Já imaginei: “Eita, alguma coisa aconteceu! Mas vou esperar o 33 aqui, no meu cantinho.” Os minutos passavam e nada. Até que ele, o mais esperado e aguardado do dia, aponta! Com as portas abertas e um monte de gente pendurada, ele dá o ar da graça.

Peguei a minha bolsinha da marmita, segurei por cima da bolsa e enrollers-09carei. Fui empurrada, como se estivesse andando de patins, sem freio, até o outro lado do vagão. Quase um número artístico.

 

Essa sou eu ->

 

Foi lindo de ver. Mas entrei e fiquei lá, igual sardinha enlatada naquele famoso TL. Até aí, mais um dia normal na vida dos supervianos. Todo mundo se apertando, uns brigando com outros e proferindo a famosa frase: “Quer conforto, vai de táxi!”.

Massss, se estou fazendo este post, depois de tanto tempo, é pq tem alguma razão. Tinha um rapaz no meio do vagão, magrinho, suado pra caramba (o vagão tinha ar). Ele começou a dizer que estava passando mal, a passar a mão na barriga e disse: “Preciso ir ao banheiro, estou passando mal!!”.

Quando, não mais que de repente, uma velhinha grita: “Se cagou???” – atraindo toda a atenção do vagão para o rapaz com dor de barriga – e ele responde: “Já foi, já foi!”.

Pronto. O meleiro desceu Japeri abaixo, uma coisa “horrívi”. Os ocupantes do vagão começaram a falar pra ele ficar calmo, que isso era normal, que acontece. E o pobrezinho amarelo já, coitado.

Ele saiu igual a uma flecha do vagão, em Deodoro, e eu me esquivando do rapaz igual a um gato quando vê água.

Pobre rapaz, fiquei com pena, mas o que a gente poderia fazer? Só abrir caminho pra que ele conseguisse sair do vagão. O trem tava cheio, ele precisava sair sem encostar em ninguém, né. Pois eu me agarrei no ferro, atrás de um moço, novamente parecendo um gato, para que aquela calça não encostasse em mim.

Ou seja, a viagem hoje foi uma grande aventura. De Ricardo de Albuquerque até a Central muita coisa pode acontecer.

Tomara que o rapaz tenha conseguido voltar para casa. E limpo.

É isso. Obrigada, gente!

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