Vim sentada no Japeri, mas, ao meu lado, tinha uma surpresinha!

Boa 11774noite, gente! Tudo bem? Comigo está tudo tranquilo. Fiz uma viagem revigorante e maravilhosa no final de semana que deu pra dar uma descansada. Vi toda a minha família que mora em Natal, fui à praia, vi meus avós, primos e tios! Foi uma delícia e eu estava precisando mesmo.

Massss, tive que acordar do sonho, voltar para minha vida real e pegar o bom e velho Japeri! Haha

Todos nós estamos enfrentando dificuldades com relação aos ônibus desta maravilhosa cidade. Rodoviários entraram em greve por 48 horas e o prazo termina amanhã (14/05). Vamos rogar ao Pai Celestial pra que acabe mesmo e que tudo volte ao normal. Muitos pegam o trem e, para complementar a viagem ao trabalho, precisam do ônibus. E os trens estão lotaaados, demorando a passar…mas não posso reclamar da volta pra casa, hoje! Uhu uhu uhu!!

Cheguei na Central de forma muito rápida (já que quase não tem trânsito nas ruas e não tem ônibus rodando) e vi um Japeri parado na plataforma. Aparentemente vazio, tranquilo para entrar. Eu, com meus olhos de águia, fui passando pela plataforma 8 da Central e não deixei de observar se tinha um lugarzinho perdido naquela multidão de gente. Passei por um vagão e ta-da!!!!! Uma moça (que eu não conheço) me deu com a mão e gritou: “tem lugar aqui, colega!”. Ufaaaaa!

O moço que estava sentado no banco levantou e passou para o trem que tinha acabado de encostar na plataforma da frente, com ar-condicionado. Ele levantou, vagou o lugar, a moça me chamou e eu sentei!! É para glorificar de pé, Igreja!

Mas como tudo na minha vez pega, eu não viria sentada na boa, sem alguma coisa me incomodando, hehe. Ao meu lado tinha um rapaz e uma senhora (aquela mesma que me chamou) sentados. Eu, até então, estava tranquila, suave, de boa na lagoa. Quando resolvi olhar para o lado, o rapaz estava com uma ferida MASTER no braço esquerdo (braço, este, que estava poucos centímetros de mim) toda amarelada, saindo uma aguinha e tudo. Ai, que horror, gente! Pelo menos podia ter coberto a ferida com uma gaze ou algodão, né?

Mas não. Vim toda cuidadosa para não encostar naquele alien que estava prestes a pular em cima de mim. A cada movimento feito pelo rapaz, eu me mexia pro outro lado para não ter nenhum contato. Parecia um número músical. Ele mexia de lá e, automaticamente, eu mexia de cá. Estávamos numa verdadeira coreografia! Só faltou tocar o Lepo-lepo (música, esta, que não sai do Japeri) e a gente sair pelo vagão fazendo nossa coreografia inconsciente.

A moça que estava ao seu lado tinha nas mãos uma bula da pomada “Queimalive”, essa daí da foto. Por certo, era para aquele alien que estava saindo do braço do moço.

Foi uma coisa de louco e eu cheguei na estação toda torta. Dei graças a Deus quando desci do trem. Eu espero que o moço esteja cuidando direitinho de sua ferida e que, na próxima vez, ele a proteja. Até porque, do tamanho que estava e da situação ali, aquele ferimento não deveria andar descoberto, não.

Saúde e sorte pro moço.

É isso. Beijo e obrigada, gente!

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6 comentários sobre “Vim sentada no Japeri, mas, ao meu lado, tinha uma surpresinha!

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